Transcrição de gravações em fita cassete
São Roque, 12 de junho de 1984.
Presentes Iole, Gerd, Gertie, Hermione, Marlene, Denise, Catarina, Willes e Paulo Cezário
Nos reunimos na casa dos Sacerdotes da Verga, Gerd e Gertie, para mais uma corrente de forças para a antera, irmãos doentes, e Zaza que telefonara muito aflita, em virtude de uma séria deficiência cardíaca.
Antes de iniciar a corrente, Gerd explicou que desta vez não seria feita nenhuma simbologia no centro do círculo, apenas o incensário ardente. Não haveria trabalho ou manifestações durante a reunião.
Após a oração da Elevação do Espírito e do Ofertório, iniciou-se suavemente a corrente.
Decorrido algum tempo, Iole esperava a vinda do Mestre para alguma explicação, pois tinha tido uma visão em seu quarto, em companhia da Denise, e começou a falar tristemente, num quase lamento: “Porque o Mestre não vem? Me sinto abandonada, frustrada e triste. Estou doente. Porque sempre atendeste a todos que de Ti necessitavam, confortando e ajudando teus filhos, quando possível. Tu sabes que és a minha coluna vital, o meu sustentáculo, porque vivo somente para Ti”. Estas eram suas lamentações.
Assim falava Iole, consciente das desavenças e falta de fé na Antera por parte dos irmãos. Constatava magoada que todo seu esforço de tantos anos para levar a obra do Mestre avante, havia sido inútil. Preocupada ainda mais pelas poucas vindas do Mestre, deprimida pelos seguidos problemas de saúde que vem enfrentando, e não sentindo-se mais útil à Fraternidade, pedia ao Mestre para que a levasse com Ele. Sua vida não tinha mais razão de existir, devido às dúvidas dos irmãos. Achava que sua missão estava terminada.
Gerd respondeu: “Não Mãe, tu ainda és muito útil, não desanimes, muitos ainda te compreendem. Necessitamos de ti, pois teu exemplo de abnegação, de fé e de puro amor a todos, especialmente ao Mestre e a sua Obra, nos dá forças e confiança para que com a tua querida presença, não deixemos morrer esta linda chama ardente. Por favor, mãe querida, fique mais algum tempo entre nós. Nós te amamos muito, esteja certa disto”.
Nesse ínterim, fomos surpreendidos com a presença do Mestre.
“Boa noite, meus filhos”.
“Vim somente para responder aos apelos de Iole. Iole só morrerá quando
Eu quiser, e não quando me pedir”.
“Lembrai-vos que não virei mais com tanta freqüência, virei somente quando Eu quiser. Levarei um tempo grande sem vir, para observar quem merece verdadeiramente e quem realmente sabe reconhecer e não duvidar. Eu vos dei tudo, terra, símbolos, templo, livros, ensinamentos e muito amor. Como dei tudo a todos, agora posso tirar, como já estou tirando”.
“Estou preparando um leito de rosas para os que merecerem e um leito de espinhos bem duros para os outros, e isto porque a fraternidade foi transformada em sociedade humana e os irmãos foram em busca de poderes materiais e não virtudes espirituais”.
“Muitas vezes já mostrei a vocês o Meu poder, enquanto os símbolos não foram materializados, não permiti que a Estrada viesse a vocês, também não quis que viesse a luz até que eu achasse oportuno. Nunca nada se realiza sem a Minha Vontade. Isto é para provar a vontade, a fé e a perseverança de meus discípulos. Vocês têm os símbolos, casas, estrada, luz e terra. O que estão realizando em benefício da Obra? Estão sempre esperando que eu venha fazer por vocês. Agora os novos símbolos (a chave de Puskara, e o Astum) também só serão feitos quando Eu quiser. Muitos Sacerdotes e irmãos não os verão. A materialização só acontecerá quando houver uma união perfeita”.
“Muitos juraram, irmãos e sacerdotes, sobre o livro sagrado e a espada, em minha presença, mas digo que foram juras falsas e palavras vazias. O juramento não foi mantido”.
Já escolhi novos Sacerdotes em outra dimensão, para que possam guiar os poderes dos Símbolos e manter o sigilo que quase nenhum de vós conseguiu manter, até a materialização dos novos Símbolos, eles serão os alicerces do novo templo da Fraternidade Cósmica. Só depois desse tempo a chama da Fraternidade voltará a brilhar como o Sol, e o Terceiro Templo surgirá”.
“Não estou irado com ninguém, pois não conheço a ira. Não estou magoado, pois não posso sentir magoa. Não julgo, porque cada um deve ser juiz das suas próprias ações, cada um sabe que durante todo este tempo eu preguei o amor, a humildade, a bondade. É preciso dar amor para ser amado, é preciso saber para ensinar, saber dar para receber e aprender, para evoluir”.
São Roque, 13 de junho de 1984.
Presentes : Iole, Gertie, Gerd, Hermione, Leana, Marlene, Denise, Catarina, Willes, Ruth, Beto e Paulo Cezário.
Nos reunimos às oito horas da noite em casa do casal Gertie/Gerd.
No centro Gerd colocou o incensário com uma vareta perfumada.
Fizemos a Elevação do Espírito e ficamos em concentração. Passados alguns minutos, rezamos o Ofertório e nos colocamos em corrente, emanando forças para nossa antera Iole, e todos os que precisavam de energias, inclusive Zazá que estava na UTI.
Quando passou o tempo necessário Gerd mandou desfazer a corrente, nisto ouvimos a voz suave do Mestre, que tinha chegado dizendo:
“Que a paz esteja entre todos vocês”
Chamou Hermione para perto de si, dizendo: “Hermione, tu que és a sacerdotisa do maior símbolo do sacrário, foste ao Templo hoje”?
Esta em resposta afirmativa, informou que havia entrado no sacrário para colocar no Candelabro velas novas e os castiçais que tinha limpado.
O Mestre perguntou se estava tudo em ordem, ela respondeu que tudo estava no seu lugar.
Então o Mestre falou: “Amanhã o sacrário será selado”.
“Hoje é dia 13. Vocês são 13. Número fatídico que me servia, que representa a unidade e a trindade sucedendo o quaternário”.
“Os símbolos estão desmaterializados. Esta noite ou amanhã, Hermione deverá constatar o fato, acompanhada de um sacerdote dos símbolos. Somente o Candelabro ficará para iluminar o sacrário, e a Cruz da Vida”. Virando para Gerd disse-lhe:
“Meu filho, também o seu foi desmaterializado”.
“Ontem adverti, hoje agi”.
“Hermione, não queria que entrasse no sacrário sem ser advertida”.
“Queria que você e Iole testemunhassem isto, antes de partirem, pois foram as testemunhas da Antiga Revelação e talvez sejam da Nova Revelação”.
“Estou aqui para com a minha espada cortar os nós que impedem as muitas coisas que foram criadas, e libertar a fraternidade disso. É necessário que cada um tenha consciência dos próprios atos, pensamentos, e dos próprios ideais. Decidirem se continuam ou deixam a obra, se a amam ou não amam. Acreditarem ou se afastarem. É duro, mas a Fraternidade pode viver sem símbolos e Seu Mestre”.
“Estou pronto para partir para Andrômeda, por isso deixo a vocês todo o meu carinho e especialmente presente os guias de proteção. Talvez Ramasar, tendo oportunidade, e tendo um grupo forte, em julho, possa preparar novas forças para futura materialização e acompanhar vossos trabalhos. Eu não estarei, mas ele virá para um grande ideal. Não virá para dar consultas, cuidará somente do que é espiritual. Ele será o Mestre inflexível que sempre foi, para dar ensinamentos e maturidade, por isso, eu dou por cumprida a minha obra. Eu vos saúdo e vos abençôo. Deixo que os humanos façam eles os novos estatutos. Adeus, meus filhos, lembrai-vos porém, que cada um de vocês têm uma missão, e deve fazer o melhor, devem fazer o possível para manter sua fé pura e santa”.
Gerd – “Mestre, nos dá a honra de acender a Chama da Vida”? Neste momento o Mestre acende a Chama da Vida, circunscrevendo no ar três cruzes. Todos ficaram de cabeça baixa tomados pela emoção.
Gerd: – “Que esta Chama inicie a nova Obra que o Mestre está querendo realizar”.
Mestre – “Preparai-vos, e façam desenhos da Chave de Puskara e do Astum. O melhor será escolhido, para que na minha volta possa ser realizada a materialização”.
Mestre – “A ti Marlene, a ti Denise, aos outros e aos novos, e especialmente a ti Leana, confio São Roque. O amor que sentem por ela os guiará através dos dias. Junto com os seus guias protetores, procurai elevar mais alto a chama que arde em vocês. Na minha volta espero encontrar em vocês sinceridade, pureza de sentimento, domínio sobre si mesmo e vitória sobre a vossa própria humanidade”.
“Eu vou colocar a primeira pedra do Novo Templo”.
Marlene – “Mestre, em meu nome, e acho que posso falar em nome daqueles que trabalham juntos, lutaremos para que esta pedra seja colocada no dia 29 de setembro”.
Mestre – “Me parece um tanto cedo”.
Marlene – “Mas nós vamos lutar, com as próprias forças que temos, com a fé e a união”.
Mestre – “Lembre-se que uma pedra não faz uma coluna e uma coluna não faz um Templo”.
Marlene – “Mas outras pedras virão, Mestre, e se juntarão a nós, basta que unidos lutemos para gerar energia para atrair mais pedras”.
Mestre – “Ainda não sabeis o quanto de luta temos pela frente e não sabeis quantas”.
Gerd – “Não vamos estipular tempo”.
Mestre – “Seria bom e apreciaria porque muitos foram os 29 de setembro em que nada foi realizado pelos irmãos da Fraternidade”.
Marlene – “Mestre, pelo menos nós depositaremos a teus pés nossos esforços. Se não merecermos alcançar o objetivo, colocaremos nossa tentativa, o nosso amor. O Mestre sabe que estamos com muito poucos meios para lutar, estamos fazendo muito esforço e procuramos fazer alguma coisa. Eu falo de minha parte, agora eu gostaria que cada um se manifeste. Acho que pelo menos é o sentimento de certa maneira, daqueles que tem me dado uma grande força. O Willes tem me ajudado bastante”.
Mestre – “E vai ajudar ainda mais”.
Marlene – “Eu sei”.
Mestre – “É necessário cultivar o espírito de cada criatura, e de todas as criaturas. Elas serão os novos sacerdotes. Ha muito tempo estou procurando formar um novo exército. Eu não quero lutas internas, portanto os que não querem continuar, que se afastem. Os que continuarem que sejam dignos da obra, e a amem com todo o coração, e a todas as criaturas que fazem parte dela”.
“Os ligames mais fortes são os do espírito, aqueles da mente, aqueles dos ideais. São valores eternos, valores que não se perdem no nada, onde as trevas suscitam desejos que se escondem através das portas, para semear inveja e dúvidas nos corações dos homens. São aqueles que combatem com o coração aberto, são os que procuram vencer. Esta é a melhor maneira de poder combater”.
Dirigindo-se a Iole, espiritualmente presente diz:
“Um pouco de luta será necessário, mas esteja tranqüila, tudo transbordará e tu poderás superar esta crise. Ramasar, Umachon, Umaken estarão perto de ti”.
“Em 1960 parti do planeta para Andrômeda. Retornei porque os meus discípulos não estavam aptos ainda a caminharem sozinhos. Esperava que aprendessem, ao contrario, ficaram paralíticos. Eu continuei esperando em vosso meio que se libertassem dessa paralisia. Agora não terão mais tão cedo a minha imagem através deste corpo. Aquele que se manifestar através de outros, não terá a minha aprovação”.
Gerd – “Vamos deixar bem claro. Qualquer manifestação que haja através de quem quer que seja, não tem a aprovação do Mestre”.
Marlene – “Manifestações do Mestre”?
Gerd – “Do Mestre”.
Denise – “Nem qualquer tipo de mensagem”?
Gerd – “Qualquer que seja”.
Mestre – “Qualquer coisa“.
Gerd – Vamos deixar o Mestre falar porque esta é a sua despedida. Nós não vamos tê-lo por muito tempo.
Willes – “Mestre, eu te peço, fale sempre com a gente, esteja sempre com a gente”.
Mestre – “Estuda meu filho, e sentirás a minha presença, Eu sou um pouco como o Sol, podes ficar na sombra e ver a sua Luz, sentir o calor de seus raios ardentes. Eu como o Sol, não me escondo através das trevas, como fazem muitos que em minha presença beijam-me as mãos, e por trás pergunta: `Será uma manifestação da verdade`?”.
“Nunca fujo e nunca fugi a nenhuma responsabilidade, sempre defrontei e ajudei cada discípulo, resolvendo seus problemas”.
Marlene pergunta sobre os símbolos (Puskara e Astum), e o Mestre responde que os humanos não estão mais ligados a estes, e que os poderes foram ligados aos guardiões cósmicos.
“Eles estarão em correspondência ao merecimento de cada um de vós, às virtudes e capacidade de realização em futuros trabalhos dirigidos por Ramasar”.
“Nenhum Sacerdote exercerá o seu cargo”.
Gerd – “Nós estamos sem cargo, todos, indiscriminadamente?.
Mestre – “Sim”.
“Muitos não queriam que se aumentassem os símbolos”.
“O número de Sacerdotes é 14. Eis porque estamos demorando na realização do símbolo. Por isso sempre quis aumentar o número de Símbolos”.
Mestre – “Eu quero a evolução mais perfeita, quero que alcancem a perfeição segundo a própria possibilidade, segundo a própria devoção”.
“Não reclamo, não peço, mas espero. A minha esperança é este grupo de discípulos, famosos 12 discípulos presentes neste testemunho, que iniciam a Nova Era. Os outros serão todos bem vindos. Mas aqueles, segundo a possibilidade do amor que dão, terão possibilidade do amor que irão receber”.
Gerd – “Mestre, posso prosseguir como estou fazendo agora no Templo? Deitados no chão e oferecendo nossas forças aos 4 elementos”?
Mestre – “Sim, meu filho”.
Denise – “Mestre, seria possível explicar-nos sobre a visão de Iole?
Mestre – “A visão representa que a Fraternidade se encontra agora entre a Cruz e a Espada”.
Denise – “E as Najas”?
Mestre – “Representam a luta entre o bem e o mal, no meio das nuvens da natureza e da matéria. A Espada é o equilíbrio, a força e o poder, e a Cruz da Vida representa os 4 elementos. As três bolinhas o eterno infinito (a criação e os 4 elementos). A força da Espada sobre a Cruz, para que haja equilíbrio, e tudo o mais, dentro da Cruz e da Espada. A Espada e a Cruz são os grandes poderes que ainda não realizeis, o princípio e o fim. O princípio de uma era e o fim de uma era, isto é, o Astum e a Chave de Puskara que ainda não foram realizados. A primeira era da Fraternidade Branca Universal terminou com o 50º aniversário, e deu-se início a Nova Era”.
“Eu falei de não realizarmos no período no qual sonhara criar o 3º Templo, e o quanto eu queria que o Templo estivesse lá no 50º aniversário”.
O Mestre novamente fala para Iole, presente espiritualmente.
“Vamos avante, tu continuas a trajetória do destino, porque aquele destino que viveste, é somente para você um sonho, um paraíso perdido”.
“Quantas vezes procurei vos dar ensinamentos, que transcendiam a humanidade, para que saíssem da escuridão. Pensaste que era ilusão, energia falha, imaginação, não ligavas, as coisas não davam certo, te atormentaste em vão. Isto é uma pergunta que devo responder”.
“Mas como pedir ao sol que mande raios, os raios vem do sol todo o tempo, é a tua luz, da qual partiste quando desceste à Terra. Ninguém sabe, ninguém aprecia que aqueles raios de luz possam fazer parte da vida. Aquela vida que faz parte de outros mundos, de outros seres, quantas vezes ficastes perdida em mais perguntas. A vida é como a superfície do mar, que pode ser tempestuoso, agitado, mas o espírito é como sua profundidade, sempre calmo”.
“Todos vão chegar lá através de seu esforço, de sua capacidade, através da possibilidade de poder se realizar aos poucos, de ver, de sentir, de vibrar, de vibrar vida, pensamento, expressão de amor, de carinho, de realização própria. Cada um é dono de si mesmo, cada um em si mesmo é o próprio Criador”.
Gerd – “Mestre, na sua ausência, para não suscitar confusão entre nós, não seria bom não haver mais manifestações de qualquer entidade para vir falar? Não seria bom deixar só as entidades se manifestarem em trabalho, quando for necessário, fora disto mais nada”?
Mestre – “Se vier Ramasar, muito bem, ele agirá acertadamente”.
Gerd – “Isto é bom transmitir, porque neste período, qualquer coisa perigosa pode tomar forma, ludibriar e falar com voz mansa, e ser outra coisa, sem a presença do Mestre. Isto então o Mestre endossa, que não haja manifestações a não ser Ramasar, Umachom e Umaken, ninguém mais”.
O Mestre confirma: “Eles os beneficiarão com minha própria benção e luz. Eles serão auxiliados, como está escrito na Bíblia: “Haverá um sinal nas casas abençoadas por Deus”".
Mestre – “Sejam eficientes, cercai-vos de muita harmonia, evitai falsas juras e guerras. Tratai de criar em torno de vós uma aura de ternura que envolva as criaturas. Procurai dar muito de si mesmos, de seu corpo, de sua mente, dos vossos impulsos. É uma prova também para os próximos iniciados, para aqueles que na minha volta quero iniciar”
Willes – “Mestre, o Sr. ainda volta antes que Iole viaje”?
Mestre – “Não, esta é a última noite que me manifesto neste corpo”.
“Será um período de provas”.
“Ramasar virá, não para consultas, mas para instruir os discípulos, para dar ensinamentos, e preparar todos para criar os novos Símbolos, para despertar as forças nos discípulos”.
Denise comenta que devemos preparar os desenhos.
Gerd – “O acúmulo de energias, oferece perigo da pirâmide rachar? Pois iremos continuar com as reuniões no Templo”.
Mestre – “Se rachar transfira para a Voragem do Abismo”.
“Quero que me prometam que todos os irmãos irão contribuir para fazer o reboco do Ermo da Paz e colocar um piso que possa facilitar a higiene”.
Marlene pergunta sobre o Templo do outro lado da Estrada. O Mestre diz que são aproximadamente 3 km a partir da ponta da Espada e fala também do Templo que será erguido sobre o atual.
Em seguida se despede nos saudando.
Foi uma noite linda e estrelada. Durante a reunião começou a chover abundantemente até o amanhecer, como se o céu estivesse chorando, também o Templo estava totalmente ilhado, não só pela chuva, como também pela água do rio, cuja barra estava fechada a vários dias.
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