A árdua ascensão que o espírito percorre pelos caminhos da bondade e da virtude, embora sendo uma titânica fadiga, dá, com o sacrifício, a alegria de atingir o cume da sabedoria. A bondade é a virtude que mais exprime a natureza divina do homem.

Ela é, por excelência, a virtude do sacrifício e da renuncia em proveito de outrem.

A verdadeira bondade é como a violeta que desabrocha na alma humana sem ostentação, mas com a segura consciência do dever a cumprir no silêncio austero da própria dignidade.

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