A verdade não tem necessidade de sutilezas e de esteticismo dialéticos. Unicamente os desassisados (desajuizados) consideram essencial ao seu vão falar a árida linguagem do sofisma.

A verdade se exprime com a simplicidade dos meios com que se manifestam as leis naturais, e desabrocha como intuição no espírito despido de todo egoísmo.