Quer no infinitamente grande como no infinitamente pequeno vibram todas as expressões da vida, imersas na luz de uma potência divina e na tremenda obscuridade de ignotas e incognoscíveis manifestações. Elas permeiam espaços imensos e mínimos, ambos impenetráveis e imponderáveis por suas dimensões à indagação humana.
Ergos




2007/08/02 12:27 ::

comments