December, 2005

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No início dos tempos os seres humanos foram criados iguais uns aos outros, a partir de então cada um usou o seu livre arbítrio adquirindo hábitos diferentes e karmas diferentes.

Ao longo das encarnações, atendendo os desejos do ego, perdeu-se a consciência divina e formaram-se inúmeras distorções nos aspectos da personalidade humana. Desde então, os homens ficaram diferentes um do outro, no mundo das aparências, afastando-se da consciência da unidade universal.

O homem tornou-se escravo dos desejos, com o seu livre arbítrio ele permitiu que a sua personalidade fosse moldada de acordo com os aspectos negativos do seu eu procurando “preservar” a sua natureza inferior e alimentando os seus vícios. Ele tornou-se refém dos maus costumes que foram acumulando força e poder ao longo dos séculos. Como resultado a consciência ficou cada vez mais voltada e convergida aos pontos focais dos vícios e dos sentidos do ego, causando assim a perda progressiva da sua consciência divina e ilimitada.

A sua atenção interna projetou-se cada vez mais para o objetos dos sentidos físicos dando à mente a impressão que a sua única área de atuação é o corpo com os seus sentidos físicos e daí por diante a crença nos limites do corpo vendo então a morte como o fim da sua existência consciente.

São os vícios e os maus hábitos que mantem o homem prisioneiro na limitação da matéria e do corpo físico. Ele, que foi criado à imagem e semelhança de Deus, livre para voar nos espaços infinitos e eternos na eternidade ficou confinado num pequeno e perecível corpo físico.

O verdadeiro sentido da liberdade consiste no retorno à consciência cósmica original fazendo um processo inverso, desligando-se da impressão que nos transmitem os sentidos físicos, e utilizando-os somente para aquilo que é necessário, assim como foram criados, para nos servir.

Sentir-se livre significa não depender de nada que vem de fora (através dos sentidos físicos). Para tornar esta liberdade consistente e real é necessário diminuir os desejos da mente e da alma até o ponto em que somente a presença da vontade de Deus atue através do raio da consciência.

Diminuir ou anular os desejos é o caminho mais fácil e direto para libertar-se do karma e para alcançar a felicidade incondicional que se encontra somente no plano divino.

Esta felicidade encontra-se dentro de nós, na concepção completa do Deus interior que na realidade é o único Ser que se manifestou no todo, dentro de nós e fora de nós.

Enquanto houver algo que nos atrai no mundo externo, material, a nossa felicidade e liberdade estarão comprometidas e dependentes.

Desligando a atenção do mundo externo aumenta a nossa capacidade interna, liga-nos aos campos das energias superiores. A nossa capacidade intuitiva aumenta e a percepção da realidade divina, espiritual, estável torna-se um farol cada vez mais luminoso e potente. Esta luz explica as razões dos acontecimentos externos e nos dá a imagem perfeita de cada coisa e de cada situação, de acordo com a visão do espírito que abraça as causas e os efeitos das vidas passadas.

O fenômeno do desligamento completo da consciência das atrações do mundo externo é familiar ao ser humano, e acontece todos os dias na hora de dormir, mas neste caso ele perde a consciência do mundo físico.

Através do processo da evolução e da prática espiritual, da meditação e dos exercícios de concentração é possível alcançar estes estados de beatitude e de consciência completa em Deus, vivendo a vida no Éden primordial como originalmente fomos criados.

7-12-2005, Ramasar falando através do canal da pirâmide

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No início dos tempos os seres humanos foram criados iguais uns aos outros, a partir de então cada um usou o seu livre arbítrio adquirindo hábitos diferentes e karmas diferentes.

Ao longo das encarnações, atendendo os desejos do ego, perdeu-se a consciência divina e formaram-se inúmeras distorções nos aspectos da personalidade humana. Desde então, os homens ficaram diferentes um do outro, no mundo das aparências, afastando-se da consciência da unidade universal.

O homem tornou-se escravo dos desejos e das suas ambições, com o seu livre arbítrio ele permitiu que a sua personalidade fosse moldada de acordo com os aspectos negativos do seu eu procurando “preservar” a sua natureza inferior e alimentando os seus vícios. Ele tornou-se refém dos maus costumes que foram acumulando força e poder ao longo dos séculos. Como resultado a consciência ficou cada vez mais voltada e convergida aos pontos focais dos vícios e dos sentidos do ego, causando assim a perda progressiva da sua consciência divina e ilimitada.

A sua atenção interna projetou-se cada vez mais para os objetos dos sentidos físicos dando à mente a impressão que a sua única área de atuação é o corpo com os seus sentidos físicos e daí por diante a crença nos limites do corpo vendo então a morte como o fim da sua existência consciente.

São os vícios e os maus hábitos que mantém o homem prisioneiro na limitação da matéria e do corpo físico. Ele, que foi criado à imagem e semelhança de Deus, livre para voar nos espaços infinitos e eternos na eternidade ficou confinado num pequeno e perecível corpo físico.

O verdadeiro sentido da liberdade consiste no retorno à consciência cósmica original fazendo um processo inverso, desligando-se da impressão que nos transmitem os sentidos físicos, e utilizando-os somente para aquilo que é necessário, assim como foram criados, para nos servir.

Sentir-se livre significa não depender de nada que vem de fora (através dos sentidos físicos). Para tornar esta liberdade consistente e real é necessário diminuir os desejos da mente e da alma até o ponto em que somente a presença da vontade de Deus atue através do raio da consciência.

Diminuir ou anular os desejos é o caminho mais fácil e direto para libertar-se do karma e para alcançar a felicidade incondicional que se encontra somente no plano divino.

Esta felicidade encontra-se dentro de nós, na concepção completa do Deus interior que na realidade é o único Ser. Ele se manifestou no todo, dentro de nós e fora de nós.

Enquanto houver algo que nos atrai no mundo externo material, a nossa felicidade e liberdade estarão comprometidas e dependentes.

Desligando a atenção do mundo externo aumenta a nossa capacidade interna, liga-nos aos campos das energias superiores. A nossa capacidade intuitiva aumenta e a percepção da realidade divina, espiritual, estável torna-se um farol cada vez mais luminoso e potente. Esta luz explica as razões dos acontecimentos externos e nos dá a imagem perfeita de cada coisa e de cada situação, de acordo com a visão do espírito que abraça as causas e os efeitos das vidas passadas.

O fenômeno do desligamento completo da consciência das atrações do mundo externo é familiar ao ser humano, e acontece todos os dias na hora de dormir, mas neste caso ele perde a consciência do mundo físico.

Através do processo da evolução e da prática espiritual, da meditação e dos exercícios de concentração é possível alcançar estes estados de beatitude e de consciência completa em Deus, vivendo a vida no Éden primordial como originalmente fomos criados.

7-12-2005, Ramasar falando através do canal da pirâmide