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	<title>Comments on: Meditação Profunda Aperfeiçoa Funcionamento do Cérebro</title>
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	<description>Meditação, despertar espiritual, conhecer-se a si mesmo, união com Deus</description>
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		<title>By: Langstein de Almeida Amorim</title>
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		<dc:creator>Langstein de Almeida Amorim</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Sep 2011 15:18:32 +0000</pubDate>
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		<description>Fico acordado de 21h até 5h da manhã, escrevendo textos do 2º romance. Ergo-me da cadeira demasiadamente enfadado, cansado e com muito sono acumulado. Preciso andar 2km e correr 1 na calçadinha da belíssima praia de Tambaú, em João Pessoa, Paraíba. Minha disposição física não me permite sequer andar erecto dentro de casa. Decido fazer &#039;meditação profunda&#039;. Deito-me na cama, com as pernas estiradas e os pés juntos. Estendo os dois braços com as mãos desprendidas sobre o leito. Posiciono a cabeça a nível do corpo. Concentro a mente nos dois dedos grandes dos pés, tentando desligá-los do cérebro. Os dedos resistem a esse esforço de separação. Não é para menos. São dezenas de anos ligados ao cérebro desde à condição de feto. Estendo a mente para os dois pés. Agora a área de recepção de energia cerebral é maior do que a área dos dois dedos grandes. Os pés relaxam ao cabo de dois segundos. A mente vai percorrendo as canelas, os joelhos, as coxas que vão repousando sucessivamente a cada segundo decorrido. A mente avança sobre a espinha dorsal que suaviza sem resistência. Alcança a cerviz. Invade o crânio até atingir o topo. Desliga os olhos. Afrouxa o queixo mais ainda. Desliga de um só relance, todo sistema digestivo e cardiovascular. Chega ao cérebro, o órgão mais importante do processo vital, e nele penetra para desligá-lo completamente do corpo inteiro. Nesse instante, só existe o cérebro e um coração batendo lentamente. O resto é massa sem qualquer movimento, em busca da insensibilidade total. Para a conclusão desse desligamento completo, foram gastos cerca de 50 segundos. Agora, a meta é fazer o cérebro pensar quase nada, nadica de nada... Isto só é possível se o cérebro for levado para fora do planeta terra. Neste, existem enésimos entes móveis e imóveis que fazem o cérebro desprender energia com recordações de cenas pretéritas. Nesse entretempo, o cérebro vai saindo da caixa óssea como se tivesse vida independente do oxigênio e nutrientes que o corpo lhe fornece. Na janela do quarto, o cérebro olha para trás certificando-se de que o corpo jaz estendido sobre a cama. Aí voa para a lua onde as paisagens lhe são estranhas. Depois vai até marte e percorre o chão crestado pelo sol. Pára. Consulta os horizontes. Confronta o sol da terra com o de marte. Julga que a terra é filha privilegiada da luz. Procura enxergar e vê que seu corpo continua paralisado, impotente e imutável. Já se passaram mais ou menos 16 minutos. De onde está, o cérebro flecha em direção ao crânio, onde se aloja para reiniciar seu trabalho de reanimação corporal. Esta estimulação da matéria é feita de forma lenta. Primeiro se mexe um dedo de cada vez, depois a mão, o braço, o outro braço, as pernas, o pescoço. No final, se procede ao espreguiçamento total e concomitante do corpo. Abrem-se os olhos. Assim chega-se ao final da &#039;concentração metal profunda&quot;. Vinte minutos desse desligamento profundo correspondem a seis horas de sono profundo. O usuário sente a disposição de quem dormiu oito horas. No começo, haverá dificuldade de desligamento. Mas com a continuidade, a pessoa dominará o milagre do desligamento cerebral. No início não tenha vergonha de fazer a concentração meio desarrumada. Posteriormente, a pessoa vai se sentido vitoriosa na medida em que vai vencendo a resistência do desligamento.
 Esses ensinamentos devem ser passados à frente. Para dissuadir pequenos aperreios no trabalho ou em casa, evitando que se transformem em estresse corrosivo, faça-se &#039;pacificação cerebral&#039; do seguinte modo: tranque-se num cômodo. Ponha-se de pé, feche os olhos e inicie movimentos lentos com as mãos. Esse exercício se baseia em frear o cérebro agitado com movimentos lentos, com gasto de uns cinco minutos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fico acordado de 21h até 5h da manhã, escrevendo textos do 2º romance. Ergo-me da cadeira demasiadamente enfadado, cansado e com muito sono acumulado. Preciso andar 2km e correr 1 na calçadinha da belíssima praia de Tambaú, em João Pessoa, Paraíba. Minha disposição física não me permite sequer andar erecto dentro de casa. Decido fazer &#8216;meditação profunda&#8217;. Deito-me na cama, com as pernas estiradas e os pés juntos. Estendo os dois braços com as mãos desprendidas sobre o leito. Posiciono a cabeça a nível do corpo. Concentro a mente nos dois dedos grandes dos pés, tentando desligá-los do cérebro. Os dedos resistem a esse esforço de separação. Não é para menos. São dezenas de anos ligados ao cérebro desde à condição de feto. Estendo a mente para os dois pés. Agora a área de recepção de energia cerebral é maior do que a área dos dois dedos grandes. Os pés relaxam ao cabo de dois segundos. A mente vai percorrendo as canelas, os joelhos, as coxas que vão repousando sucessivamente a cada segundo decorrido. A mente avança sobre a espinha dorsal que suaviza sem resistência. Alcança a cerviz. Invade o crânio até atingir o topo. Desliga os olhos. Afrouxa o queixo mais ainda. Desliga de um só relance, todo sistema digestivo e cardiovascular. Chega ao cérebro, o órgão mais importante do processo vital, e nele penetra para desligá-lo completamente do corpo inteiro. Nesse instante, só existe o cérebro e um coração batendo lentamente. O resto é massa sem qualquer movimento, em busca da insensibilidade total. Para a conclusão desse desligamento completo, foram gastos cerca de 50 segundos. Agora, a meta é fazer o cérebro pensar quase nada, nadica de nada&#8230; Isto só é possível se o cérebro for levado para fora do planeta terra. Neste, existem enésimos entes móveis e imóveis que fazem o cérebro desprender energia com recordações de cenas pretéritas. Nesse entretempo, o cérebro vai saindo da caixa óssea como se tivesse vida independente do oxigênio e nutrientes que o corpo lhe fornece. Na janela do quarto, o cérebro olha para trás certificando-se de que o corpo jaz estendido sobre a cama. Aí voa para a lua onde as paisagens lhe são estranhas. Depois vai até marte e percorre o chão crestado pelo sol. Pára. Consulta os horizontes. Confronta o sol da terra com o de marte. Julga que a terra é filha privilegiada da luz. Procura enxergar e vê que seu corpo continua paralisado, impotente e imutável. Já se passaram mais ou menos 16 minutos. De onde está, o cérebro flecha em direção ao crânio, onde se aloja para reiniciar seu trabalho de reanimação corporal. Esta estimulação da matéria é feita de forma lenta. Primeiro se mexe um dedo de cada vez, depois a mão, o braço, o outro braço, as pernas, o pescoço. No final, se procede ao espreguiçamento total e concomitante do corpo. Abrem-se os olhos. Assim chega-se ao final da &#8216;concentração metal profunda&#8221;. Vinte minutos desse desligamento profundo correspondem a seis horas de sono profundo. O usuário sente a disposição de quem dormiu oito horas. No começo, haverá dificuldade de desligamento. Mas com a continuidade, a pessoa dominará o milagre do desligamento cerebral. No início não tenha vergonha de fazer a concentração meio desarrumada. Posteriormente, a pessoa vai se sentido vitoriosa na medida em que vai vencendo a resistência do desligamento.<br />
 Esses ensinamentos devem ser passados à frente. Para dissuadir pequenos aperreios no trabalho ou em casa, evitando que se transformem em estresse corrosivo, faça-se &#8216;pacificação cerebral&#8217; do seguinte modo: tranque-se num cômodo. Ponha-se de pé, feche os olhos e inicie movimentos lentos com as mãos. Esse exercício se baseia em frear o cérebro agitado com movimentos lentos, com gasto de uns cinco minutos.</p>
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		<title>By: x</title>
		<link>http://despertar.alkalay.net/2004/11/meditacao-profunda-aperfeicoa-funcionamento-do-cerebro.html/comment-page-1#comment-3850</link>
		<dc:creator>x</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Aug 2011 16:16:18 +0000</pubDate>
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		<description>Amigo
Eu faço as meditações de osho. Ele era contemporaneo dai ele ensinava tecnicas de meditação para as pessoas de nossa época. Pesquise e veja se vc gosta.
abraços</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Amigo<br />
Eu faço as meditações de osho. Ele era contemporaneo dai ele ensinava tecnicas de meditação para as pessoas de nossa época. Pesquise e veja se vc gosta.<br />
abraços</p>
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		<title>By: wwwwwww</title>
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		<dc:creator>wwwwwww</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jun 2010 01:28:31 +0000</pubDate>
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		<description>amigo como posso fazer ou onde posso encontrar rituais de meditação?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>amigo como posso fazer ou onde posso encontrar rituais de meditação?</p>
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		<title>By: marcelo</title>
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		<dc:creator>marcelo</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Dec 2008 02:24:40 +0000</pubDate>
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		<description>certo dia vinha eu a camihar em uma estrada de barro, me deparei com duas cobras uma agarrada no rabo da outra. e foram se comendo ate que desapareceirao.eu compreendi o significado e voçes?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>certo dia vinha eu a camihar em uma estrada de barro, me deparei com duas cobras uma agarrada no rabo da outra. e foram se comendo ate que desapareceirao.eu compreendi o significado e voçes?</p>
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		<title>By: Chuck</title>
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		<dc:creator>Chuck</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Dec 2007 00:25:28 +0000</pubDate>
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		<description>Bem interessante, e verídico.
Gostei</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bem interessante, e verídico.<br />
Gostei</p>
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